O novo piso nacional de R$ 1.621,00 já é realidade. Mais do que um aumento nominal de R$ 103, o reajuste decorre da política de valorização que considera a inflação (4,4%) e o crescimento do PIB de 2024 (2,5%), trazendo reflexos diretos tanto para o trabalhador quanto para o mercado.
Pontos de atenção na prática:
Valor líquido: após o desconto previdenciário obrigatório, o trabalhador recebe aproximadamente R$ 1.499,42, o que influencia diretamente o poder de consumo.
PJ x CLT: o salário mínimo não se aplica automaticamente aos profissionais que atuam como Pessoa Jurídica, permanecendo válida a lógica da negociação contratual.
Para as empresas, o aumento representa estímulo ao consumo, mas também impacta a folha de pagamento, encargos trabalhistas e o planejamento financeiro, especialmente em setores intensivos em mão de obra.
Sua empresa já está adequada aos reflexos desse aumento? Como você enxerga o impacto desse novo valor na economia e na gestão do seu negócio? Conte pra gente nos comentários.